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Mês: Abril 2017

filipe

Estas são flores do jardim da nossa casa e que não tiveste tempo de as ver… e já passaram quatro anos…

Café no biológico


Mesmo com este aroma que invade, desde ontem, a cidade de Nemésio, não há como um café matinal. Hoje, para fugir à rotina, no Mercado Biológico da Praia da Vitória.

o candidato do PSD à câmara da Praia

Já só faltam cinco meses para as eleições autárquicas e ainda não sabemos quem irá disputar com Tibério Dinis (PS) a presidência da Câmara da Praia. Faz-se tarde e o tempo corre de forma bastante veloz. Começa a ficar apertado o espaço disponível para se discutirem as questões mais prementes do concelho e que, consciente ou inconscientemente, mais preocupam os praienses a começar pela questão demográfica (a tão falada falta de gente), passando pela capacidade de atrair investimento e a criação de emprego. A ordem em que apresentei os tópicos não é necessariamente uma hierarquia de importância, até porque se atropelam, dependem uns dos outros e exigem, da parte dos responsáveis políticos, um debate profundo, apaixonado nas causas e com menos emoção estritamente partidária. Mas, pelo andar lento desta carruagem, não vai haver tempo e a campanha eleitoral arrisca-se a ser um concurso para se saber quem é o mais popular, quem aparece em mais festas e touradas ou quem tem um melhor desempenho no facebook, no caso de o ter. Nesta semana em que se comemora Abril, Mário Soares e Sá Carneiro andarão às voltas no túmulo só de imaginar que na Praia o que determinará o resultado eleitoral serão os gostos das redes sociais em vez das ideias e dos projetos.Mas será estratégia ou taticismo político não apresentar, para já, um candidato? Ou, numa hipótese remota, será que não existe mesmo candidato? Não acredito.

Se a questão for estratégica, parece-me que já começa a ser estratégia a mais e Praia a menos ao ponto de, na praça pública, já circularem nomes que vão sendo “queimados” sucessivamente. Mas isto é um estilo muito característico e vincado do PSD que teima em não querer alterá-lo, fazendo desta prática o garante da sobrevivência política de dois ou três.

Considerando a segunda hipótese – a não existência de um candidato – a situação torna-se grave mas, ao mesmo tempo, estranha tendo em conta que o PSD tem um candidato natural. Um homem experiente, competente, conhecedor do concelho e dos seus problemas, e com capacidade de liderar um projeto agregador e supra-partidário no sentido em que os interesses da Praia estarão à frente dos interesses do partido.

Refiro-me, evidentemente, a José Fernando Gomes. Terá certamente o apoio de todas as estruturas partidárias, em todas as onze freguesias do concelho, junto do eleitorado rural e do eleitorado mais urbano. Acompanha a atividade política, económica e social do concelho, conhecendo-a com profundidade e tem ideias claras para solucionar os seus problemas. Não percebo, por isso, porque razão o seu nome ainda não foi anunciado como sendo o candidato da oposição. Vamos esperar.

No momento em que escrevo estas linhas, estou sentado à janela a olhar para Lisboa. O 25 de abril de 2017 nasceu cinzento. Por esta hora, há 43 anos atrás, Lisboa vivia momentos de incerteza. A Liberdade entrava de rompante pela capital com o medo e a esperança num país livre a caminharem lado a lado pelas principais ruas e praças da cidade. Por vezes tenho dúvidas se tivemos a capacidade de fazer cumprir os ideais da revolução de 1974. E hoje, quando escrevo sobre a dificuldade em encontrar candidatos para eleições, com mais dúvidas fico e sei que este meu texto será adjetivado de tudo, menos o de ser a aplicação prática dos ideais de abril onde o exercício da opinião, sedimentado na liberdade de expressão, eram pilares fundamentais para o sucesso do novo Portugal que aí nascia. Não tenham medo! Foi para isso que se fez Abril!

“papá, vamos para a nossa casa!”

Depois de umas férias que não queríamos que acabassem nunca, é bom regressar a casa e perceber que nada mudou. Que a tua casa está ali à tua espera, a cheirar a mofo e com a cama por fazer, tal qual a deixaste no dia em que saíste, e que mais logo, quando te fores deitar, estará gelada e húmida e vais arrepender-te cinquenta vezes de não teres ficado num lugar bem quente, seco e com Sol.

Só que depois tens o Jorge e a Amélia, com um sorriso de orelha a orelha, felizes por voltarem para a “nossa casa”, deitados no sofá encostadinhos ao papá e à mamã, com todos os brinquedos espalhados pelo chão, por cima da mesa e por cima de ti e pensas que por muito Sol, descontração e despreocupação, não existe outro lugar no mundo onde te sintas tão bem e tão amado. Estás em casa. Não na TUA casa, mas na NOSSA casa, como diz o Jorge com aquela ingenuidade que só uma criança de dois anos e meio pode ter.

LX 25.4.2017

Do Largo do Carmo, em Lisboa, um brinde ao futuro do Jorge e da Amélia para que sejam livres e não tenham medo nem de nada, nem de ninguém!

LX 25.4


Hoje acordei numa Lisboa sombria a comemorar Abril. Naveguei pelas redes sociais e os slogans a dar loas à Revolução atropelavam-se ora pela esquerda, ora pela direita, ora ainda por qualquer lado desde que a camisola de abril pareça talhada para o corpo que se carrega.

Não quero que o meu Abril seja um slogan. Quero que o meu Abril, o nosso Abril, seja a materialização de todas essas frases bonitas cheias de significado e utopia e que não termine com o virar de página do calendário.

Para terminar, quero deixar-vos aqui um excerto daquela que foi a minha reflexão no dia em que Mário Soares foi a enterrar e que traduz o que para mim significa Abril:

“Sou de uma família que se divide entre socialistas e social democratas, até com comunistas convertidos em socialistas. De uma família onde alguns louvam o 25 de abril e outros não queriam ouvir falar disso por terem sido fortemente prejudicados e visto as suas expectativas defraudadas. Sou de uma família com militares que combateram em África numa guerra sem sentido e sem causa. De militares que fizeram do serviço à pátria a sua causa de vida. Sou de uma família em que os mais novos – onde eu próprio me incluo – tiveram oportunidade de estudar, de tirar uma licenciatura e de se fazerem homens e mulheres respeitados e integrados na sociedade, mesmo não pertencendo à classe privilegiada e instalada no poder. Somos uma família de homens e mulheres livres e queremos continuar a sê-lo e quero que os meus filhos e sobrinhos o continuem a ser.

Mário Soares permitiu e contribuiu muito para que isso acontecesse. Não foi o único, é verdade, mas hoje, infelizmente, é dele o dia. Votei nele quando entendi que era dele que o país precisava, tal como votei no PS quando tal foi necessário. Nunca votei em branco. Não gosto de deixar a decisão nas mãos dos outros. Mário Soares ensinou-nos que, quer gostem ou não, é preciso e é possível ter uma opinião. Sem medos.”

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É um daqueles lugares que me esqueço existir e, por isso, nunca visito. Mas é um espaço único na capital onde o tempo pára e o reboliço da cidade parece ter desaparecido.

O motivo da visita à Fundação Gulbenkian foi a exposição temporária onde se apresenta a obra de Almada Negreiros nas suas mais variadas vertentes. Acabámos por ficar mais tempo do que prevíamos. A existência de uma cafetaria bem apetrechada contribuiu bastante para isso.

A Gulbenkian não é só um espaço de arte e de cultura étambém um espaço de lazer sem erudição. Fomos ficando, de férias, a repousar a mente enquanto é possível…

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Depois da desilusão que foi a visita à exposição do novo MAAT, nada melhor que fazer uma espécie de “format c:” e ir dar uma volta ao MNAA, local onde nunca havia ido.No MAAT o edifício é a maior atração em comunhão com a instalação da sala oval. O restante da exposição permanente é monótona, deprimente e abusa do vídeo como suporte das criações ali apresentadas. Saí deprimido e sem vontade de lá voltar. Uma nota final para o revestimento cerâmico exterior, muito bem conseguido e com um efeito bastante dinâmico. Desconhecia aquela forma de suporte.

No MNAA a surpresa foi pela positiva. Não tinha noção do que ali iria encontrar, para além dos Painéis de São Vicente ou da Custódia de Belém. Curioso é a quantidade de obras de arte roubadas/confiscadas a mosteiros, conventos e igrejas e que agora estão ali expostas como sendo património do Estado. Por um lado, ainda bem, porque as podemos ver todas num local sem ter que andar a correr o país de um lado ao outro.

MAAT – MUSEU DE ARTE, ARQUITETURA E TECNOLOGIA

MNAA – MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA

LX 5

“Quem tem medo de Virgínia Woolf?” é um drama psicológico inquietante que tem a capacidade de nos fazer rir do pior que um ser humano tem. A crueldade, a manipulação, a humilhação do outro são temas que, ao longo de duas horas, estão presentes na vida de George e Martha, um casal que, durante uma noite e convidados em casa, se digladia numa guerra quase sangrenta que só poderá ter a morte como desfecho. O texto é sublime e os personagens são de uma riqueza fora do comum onde a superficialidade do corriqueiro não tem espaço. A peça de Edward Albee está em cena no Teatro da Trindade interpretada por Diogo Infante e Alexandra Lencastre.“O jovem Karl Marx” é um filme do realizador haitiano Raoul Peck e que nos conta a história deste alemão até à publicação do “Manifesto Comunista”. No seu percurso como pensador e ideólogo da doutrina comunista não é descurada a ação do seu amigo e “cúmplice” Friedrick Engels que se revela um elemento chave para o sucesso do pensamento Karl Marx. Não sendo eu um marxista, devo reconhecer que sem estes dois homens o mundo de hoje seria substancialmente diferente para pior. O problema foi o que veio depois e o uso abusivo deste pensamento. Um filme que recomendo.

LX 4

Numa carpintaria abandonada na rua de São Lázaro, por detrás do Hospital de São José, em Lisboa, é possível apreciar e admirar uma instalação da autoria dos cubanos Marco Antonio Castillo Valdés (Camagüey, 1971) e Dagoberto Rodriguez Sánchez (Caibarién, 1969), conhecidos como Los Carpinteros.

A composição artística representa, numa espécie de fotografia tridimensional, o instante imediatamente a seguir a uma explosão no interior de um apartamento. O resultado é surpreendente. Nesse instante fotográfico ficam suspensos no ar pedaços de peças de mobiliário que se desintegrou, cacos de cerâmica que momentos antes haviam sido sanitários, plantas em vaso que teimam em ser verdes, páginas de texto que fugiram da rigidez organizada dos livros que compunham, o caos. Com esta instalação, a Câmara Municipal pretende devolver vida a este edifício abandonado e modernizar aquela zona da cidade criando o Centro de Criação e Artes Contemporâneas da Cidade de Lisboa.

Este projeto fez-me lembrar o Re.Act na Praia da Vitória que conseguiu, durante algum tempo, ser um centro dinamizador de uma linguagem artística a que estamos pouco habituados tornando-se mesmo provocador. Sei que se mudaram para a Academia da Juventude. O que andam a fazer? Não sei. Mas gosrava de ver mais… Fazem falta!

LX 3

Nesta nova Lisboa da cozinha gourmet, dos chefes com estrelas Michelin e mais mediáticos que atores de novela da TVI, o menu de oferta gastronómica é vasto e variado. Depois de uma passagem pela Feira da Ladra – que se tornou um hábito de cada vez que visitamos a capital – optámos por  um repasto numa das esplanadas de São Vicente de Fora e escolher para almoço tardio pataniscas de bacalhau com arroz malandro de tomate, petinga frita com migas a “esbordar” coentros como eu gosto e uma bela alheira acompanhada de ovo estrelado e batatas fritas. Tudo isto regado com uma bela e fresca sangria de vinho tinto. Que sossego…. Que delicia… Bota colesterol nisso!

LX 2


Jantar num restaurante sem que passes metade do tempo a correr atrás do Jorge ou a segurar na Amélia e a tentar comer ao mesmo tempo e a fazer um esforço para ter uma conversa decente ou mesmo conseguir comer com as duas mãos, aí está uma coisa que não fazia há muito tempo.Como já não sabia o que era estar sentado numa esplanada, à noite, a ouvir música, a conversar e a fazer aquilo que bem quisesse sem poder estar distraído um segundo que seja. Como já não tinha memória de dormir sem ser interrompido pelo choro ou acordar mal o sol nasça por que a Amélia desperta com as galinhas. Como é bom dormir até tarde… sem pausas!

Paz e sossego. Principalmente sossego.

O curioso é que, mesmo assim, aquelas duas alminhas não nos saem do pensamento… e o nosso juízo não sossega quando ouvimos uma criança chorar ou quando, em frente a uma montra, vemos o Ryder, o Zuma e os seus amigos e temos saudades.

Hoje será mais fácil sair de casa. O Jorge não vai dizer que não se quer vestir e a Amélia não fará uma birra porque não gosta de ficar amarrada na cadeira.

É bom voltar a estar livre, nem que seja por uns dias. Mas ser livre sem eles, também já não é a mesma coisa.

LX


Hoje, apesar da imensidão de coisas para vos contar – e antes que seja amanhã e hoje não escrever nada – deixo-vos esta singela fotografia captada há uma hora atrás… se hoje ainda tiver tempo, conto-vos mais.

nem sim… nem não…

porto da praia

O Porto Oceânico da Praia da Vitória, construído nos finais dos anos 80 do século passado no extremo sul da baía da cidade que lhe dá nome, é um exemplo de uma infraestrutura de grande dimensão que teima em não ver aproveitadas todas as suas potencialidades.

Com uma reconhecida localização geoestratégica em termos regionais e internacionais e com grande capacidade de crescimento em terra, o Porto da Praia poderia ser, no presente, aquilo que não é, mas com capacidade, no futuro, para ser o que a nossa ambição tenha a ousadia de sonhar. Tem faltado coragem.

Vivemos momentos de grande apreensão e incerteza. Um período da história da nossa ilha em que medidas de exceção são urgentes e necessárias. Medidas que não visem exclusivamente a solução de problemas de natureza conjuntural e do imediato, mas medidas de natureza estrutural que tenham a capacidade de alavancar a nossa economia para o futuro a médio e longo prazo com capacidade de criarem emprego sustentável, atrair investimento, aumentar as exportações e promover e dinamizar a economia local e regional.

Algumas entidades terceirenses têm-se debruçado sobre o tema e tornadas públicas as suas preocupações e soluções encontradas. Entre elas, destaco a Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo, o Município da Praia da Vitória e o Conselho de Ilha da Terceira. Sugeriram alternativas e apresentaram soluções. Apostam na criação de medidas de forte impacto estrutural e de efeitos duradouros na economia. Ousam pensar “out of the box” e estão disponíveis para correr riscos.

De todas as soluções apontadas por estas entidades existe uma que lhes é comum: a dinamização comercial da infraestrutura portuária localizada na Praia da Vitória como uma das principais saídas da crise económica que a ilha atravessa. Todos sabemos que para a tornar rentável, competitiva e atrativa serão necessários investimentos avultados difíceis de se concretizarem sem ajuda externa. Contudo, existem soluções. Essas entidades também são unânimes neste ponto: a concessão da exploração do porto a privados.

Esta solução permitiria, entre outras coisas, a sua dinamização, a captação de investimento externo potenciando o aumento das exportações ou a criação de emprego para além de permitir, ainda, ganhos de eficiência, maior competitividade, melhores preços, maior dinâmica de tráfego no Atlântico ou uma maior promoção do porto nos mercados internacionais.

Para tal, será necessário sermos ousados e corajosos. Será necessário libertarmo-nos de amarras e preconceitos e pensarmos, não para os próximos dias nem para as próximas eleições, mas para as próximas décadas e para as gerações que virão. Será necessário que não percamos mais esta oportunidade e todas as oportunidades que dela decorrem. É urgente que se proceda à realização de um concurso internacional para a sua exploração.

É urgente fazer desta causa, uma causa supra-partidária onde o “Nim” e a “Abstenção” estão proibidos. Uma causa que deve ser apoiada independentemente de quem a propõe ou de quem, na sombra, a boicote.

P.S. gostaria de registar a minha perplexidade face à reação negativa do candidato do PS à Câmara da Praia relativamente ao meu artigo de opinião, publicado na semana passada, uma vez que nesse artigo se elogiava o projeto Praia Links, a forma como está a ser promovido nos EUA, assim como a evolução, no meu entender positiva, no relacionamento com a Diáspora, dando um passo em frente, sem que em algum ponto se criticasse o trabalho efetuado anteriormente.

Este artigo foi publicado na edição de hoje no Diário Insular. A fotografia é de MM Bettencourt.

espírito santo

função_jantar

Foi há dois anos atrás que, sensivelmente por esta hora, esta fotografia foi tirada. Era o culminar de uma semana em que a fé, a interajuda e a partilha andaram de mãos dadas. Oito terços rezados, bezerros enfeitados e sacrificados, dádivas dos nossos convidados ao Senhor Espírito Santo, distribuição de carne pelas crianças da catequese, esmolas da mesa aos mais desfavorecidos da freguesia, muitas brindeiras de massa sovada, família de ambos os lados do Atlântico que nos visitava, amigos, muito convívio, o batismo do Jorge Aurélio.

Esta foi a forma mais reduzida que encontrei para resumir a semana em que as insígnias do Divino estiveram na nossa casa. Foi o pagamento de uma promessa com um desfecho triste. Mas promessa é promessa e tem que ser cumprida.

As sopas estavam excelentes. O cozido e a alcatra também. Para sobremesa quebrou-se a tradição. Em vez do tradicional arroz-doce, os convidados comeram do bolo do batizado. A família cristã crescia.

Passados dois anos, não me canso de agradecer. Obrigado a todos quantos tornaram a festa possível! Obrigado por contribuírem para que a minha promessa tenha sido paga na companhia da família e de muitos dos meus amigos!

sanjoaninas ’78 (atualização)

sanjoaninas-78

Na sequência de um artigo aqui publicado, algumas pessoas têm tido a amabilidade de me fornecerem informações sobre a história das Festas da Praia. Hoje, partilho a última atualização que vai a vermelho. Persistem algumas dúvidas que assinalo a itálico. Obrigado a todos!

Sanjoaninas

1978 – 23 de junho a 2 de julho

Presidente: Albino Ribeiro

  • Coordenador da Tauromaquia: Almerindo Costa

1981 – 20 a 28 de junho

Presidente: Euclides Sousa Quadros (primeira vez em que houve marchas de São João na ilha Terceira) – algumas pessoas referem que neste ano o presidente não foi o senhor Euclides, mas o senhor Almerindo

  • Coordenador da Tauromaquia: José Eduardo Fernandes

1983 – 18 a 26 de junho

Presidente: Almerindo Costa – algumas pessoas referem que neste ano o presidente não foi o senhor Almerindo, mas o senhor Euclides

  • Coordenador da Tauromaquia: Albino Ribeiro

1985 – 19 a 30 de junho

Presidente: Comissão de Gestão das Sanjoaninas – algumas pessoas referem que neste ano o presidente foi o senhor Almerindo e não esta Comissão de Gestão

  • Coordenador da Tauromaquia: Tertúlia Tauromáquica Praiense

 

Festas da ilha Terceira

1987 – 12 a 20 de junho

Presidente: Hélder Vitorino (neste ano houve em simultâneo festas na Praia e em Angra)

  • Coordenador da Tauromaquia: Tertúlia Tauromáquica Praiense

1989 – Não houve festas

 

Festas do Concelho da Praia

1991 – 2 a 11 de agosto

Presidente: Francisco Nunes (pela primeira vez as festas foram realizadas no mês de agosto)

  • Coordenador da Tauromaquia: Tertúlia Tauromáquica Praiense

1993 – 6 a 15 de agosto

Presidente: Manuel Ortiz

1995 – 5 a 13 de agosto

Presidente: José Almerindo Costa

1997 – 2 a 11 de agosto

Presidente: Albino Ribeiro

 

Festas da Praia

1999 – Presidente: Vasco Cunha

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Carlos Parreira

2000 – Presidente: Carlos Parreira

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Carlos Parreira

2001 – Presidente: José Almerindo Costa

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Carlos Parreira

2002 – Presidente: Carlos Armando Ormonde da Costa

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Carlos Parreira

2003 – Presidente: Armando Santos

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Carlos Parreira

2004 – Presidente: José Carlos Ortiz

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Carlos Parreira

2005 – Presidente: Diana Valadão

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Carlos Parreira

2006 – Presidente: Paulo Rocha

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: José Almerindo Costa

2007 – Presidente: Francisco Simões

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: José Almerindo Costa
  • Coordenador da Tauromaquia: Grupo de Forcados do Ramo Grande

2008 – Presidente: José Elvino Gomes

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Carlos Armando O. Costa

2009 – Presidente: Berto Messias

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Carlos Armando O. Costa

2010 – Presidente: Verónica Bettencourt

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Lourival Cunha

2011 – Presidente: Valter Peres

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: Lourival Cunha

2012 – Presidente: Andreia Meneses

  • Coordenador da Feira de Gastronomia: FEPPV (Escola Profissional)

2013 – Organizador: Cooperativa Praia Cultural

  • Coordenadora dos cortejos e manifestações de Rua: Amélia Silva
  • Coordenador dos espetáculos musicais: Bruno Nogueira
  • Coordenador da Feira de Gastronomia: FEPPV (Escola Profissional)
  • Coordenador da Tauromaquia: Grupo de Forcados do Ramo Grande

2014 – Organizador: Cooperativa Praia Cultural

  • Coordenadora dos cortejos e manifestações de Rua: Raquel Borges
  • Coordenador dos espetáculos musicais: João Pinheiro
  • Coordenador da Feira de Gastronomia: FEPPV (Escola Profissional)
  • Coordenador da Tauromaquia: Grupo de Forcados do Ramo Grande

2015 – Organizador: Cooperativa Praia Cultural

  • Coordenadora dos cortejos e manifestações de Rua: Nivalda Bettencourt
  • Coordenador dos espetáculos musicais: Filipe Sousa
  • Coordenador da Feira de Gastronomia: FEPPV (Escola Profissional)
  • Coordenador da Tauromaquia: Grupo de Forcados do Ramo Grande

2016 – Organizador: Cooperativa Praia Cultural

  • Coordenadora dos cortejos e manifestações de Rua: José Avelino Borges
  • Coordenador dos espetáculos musicais: Luís Gil Bettencourt
  • Coordenador da Feira de Gastronomia: FEPPV (Escola Profissional)
  • Coordenador da Tauromaquia: Grupo de Forcados do Ramo Grande

2017 – Organizador: Cooperativa Praia Cultural

  • Coordenadora dos cortejos e manifestações de Rua: Ana Eduarda Rosa
  • Coordenador dos espetáculos musicais: Luís Vieira Leal
  • Coordenador da Feira de Gastronomia: FEPPV (Escola Profissional)
  • Coordenador da Tauromaquia: Grupo de Forcados do Ramo Grande