A comitiva das festas da Praia foi à América

No mês de maio, se não me enganei na data, uma comitiva da Câmara da Praia foi aos Estados Unidos e ao Canadá promover as festas. Agora, já não se promovem só os festejos, promove-se, também e bem, o concelho e a cidade numa perspetiva de atração de investimento.

Em relação às festas, daqui por alguns dias veremos o resultado, sendo certo que muitos serão aqueles que se deslocarão à Terceira sem ser por causa delas, mas sim para visitar familiares, e sem o bónus extra de participarem nos eventos oficiais ou terem lugares privilegiados no Auditório do Ramo Grande. Convenhamos que isto é só para alguns VIPs, sabe-se lá porquê.

Em relação ao investimento, os resultados são visíveis. Uma forte aposta no setor imobiliário e na construção, tornando a cidade mais atrativa, pelo menos sem as ruínas ou os edifícios em mau estado de conservação a que estávamos mais ou menos habituados.

Tal como na semana passada, volto a apelar para que, por estes dias soalheiros, assim queremos nós, se olhe para a cidade e para o concelho de outra forma. No caso concreto dos nossos visitantes de além-mar, peço, quase imploro, que procurem nele oportunidades de investimento, preferencialmente em áreas que criem emprego, na tecnologia ou na indústria que o turismo já vai ficando saturado, mesmo sem aviões. Peço-vos que nos ajudem.

As coisas melhoraram um pouco. Há mais trabalho. Há mais emprego. Há mais confiança. Mas ainda não chega. Mão-de-obra existe e, ainda por cima, é barata. Mesmo a mais qualificada. Só boas notícias.

As festas da Praia deste ano têm tudo para serem boas, ou, pelo menos, melhores do que as do ano passado, o que não é difícil. A Câmara, através do vereador responsável pela área da cultura, teve a humildade de assumir que as de 2018 não correram bem e que era preciso ouvir os praienses sobre o assunto e as suas sugestões. E assim se fez. Ouviram-se muitas pessoas. Várias opiniões. Dezenas de sugestões e propostas. Ideias não faltaram. Não será, por isso, por falta de propostas, umas mais, outras menos arrojadas, que a coisa não se fará bem feita.

Pode é faltar dinheiro. Um clássico. O costume. O que é engraçado, no entanto, é isto ser só um problema recente. No tempo de Roberto Monteiro isso não acontecia. Havia dinheiro com fartura para se gastar à fartazana. O que é que aconteceu então? Desapareceu de repente?! Acabou?! As coisas estranhas que acontecem nesta terra…

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